domingo, 11 de maio de 2014

Esta coisa de começar um blogue não é uma decisão fácil, porque implica asumir o compromisso de não o deixar morrer. No entanto, como tradutora, tenho tantas vezes tantas coisas que me apete contar, que talvez ele tenha para já alguns meses de vida garantidos. Vou ter, pelo menos, um meio de desabafar e de descansar.
É que há uma espécie de mistério ou de milagre nesta profissão de tradutor.
É desta forma que eu vejo o cérebro dos tradutores:


E é mesmo a sério: como cada parte tem a sua função, consegue-se estar a trabalhar e ter as zonas "preocupações", "família e amigos" e "emoções, sentimentos, vivências" activas. Aliás, enquanto as duas primeiras podem atrapalhar um bocado, esta última é fundamental para a tradução porque ela vai viver muito das "emoções, sentimentos e vivências" do tradutor.
Isto explica a razão por que falo de milagre ou mistério: porque vivemos, somos, existimos e conseguimos ao mesmo tempo trabalhar ou, dito de outra forma, vivemos, somos existimos enquanto trabalhamos.
Acredito sinceramente que o nosso cérebro é especial.

Sem comentários:

Enviar um comentário